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Os Netos: Filhos e filhas duas vezes de uma amor cuja história haveriam de continuar a escrever
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Os netos, para Petronio e Iclé, sempre foram um presente de Deus, uma herança que lhes foi entregue sem inventário, nem discussão. O sangue do seu sangue, filho do filho, mais filho que filho mesmo... Eles chegaram num momento da vida onde havia mais calma, um clima de serenidade e maturidade que decorre do arrefecimento da luta, em que há mais tempo para as prioridades de verdade, e sabedoria para distinguir o essencial do acessório. Foi assim para Petronio e Iclé, que se casaram já mais amadurecidos e resolvidos no desafio de adubar a sublime semeadura familiar. Os netos já chegaram com a terceira, ou seja, a melhor idade para acolher, cuidar e amar inteiramente.

Como ilustra a escritora Raquel de Queiroz, “A velhice tem suas alegrias, as suas compensações: todos dizem isso, embora você, pessoalmente, ainda não as tenha descoberto, mas acredita.... é uma saudade de alguma coisa que você tinha e que lhe fugiu sutilmente junto com a mocidade. E então, um belo dia, sem que lhe fosse imposta nenhuma das agonias da gestação ou do parto, o doutor lhe coloca nos braços um bebê. Completamente grátis, nisso é que está a maravilha. São amores novos, profundos e felizes, que vêm ocupar aquele lugar vazio, nostálgico, deixados pelos arroubos juvenis. É quando vai embalar o menino e ele, tonto de sono abre o olho e diz: Vó, seu coração estala de felicidade, como pão no forno!”.

Com uma dose de generosidade especifica e dedicação exclusiva a cada neto, foi esse o clima de expectativa e encontro que surpreendeu o casal Petronio e Iclé com a chegada dos netos, cada um a seu modo ansioso para compartilhar com os pequeninos o melhor daquilo que a vida lhe ofereceu, os valores, as cores, as lições e todas as formas de amor e comunhão. Do avô Petronio, o ímpeto pela aventura do conhecimento, da descoberta, do fazer acontecer, da compreensão do mundo, a atração pelos clamores da floresta, suas riquezas, lendas, códigos e mistérios. O sentido da partilha, do companheirismo, da humildade e da gratidão. Da avó Iclé, o impulso da solidariedade, da acolhida humana, que se funda na certeza de que ninguém é melhor do que ninguém, pois somos todos irmãos, filhos do mesmo Pai. A dignidade com sobriedade e elegância, a beleza da nobreza, do gesto refinado sem ser afetado, sem motivo de ostentação."Filhos e filhas duas vezes de um amor” cuja história haveriam de continuar a escrever.

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    2010

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