Memorial Petronio Augusto Pinheiro
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Juventude: Educação como prática de liberdade
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Os filhos contam que numa certa noite os pais os chamaram no quarto do casal para uma conversa. Estas reuniões de família aconteciam vez por outra quando haviam decisões a serem tomadas e regras a serem estabelecidas; mas disso acontecia sem a consulta aos filhos. Esta noite, porém, se tratava de uma reunião corriqueira. Num tom sério, contido, firme, Petronio introduz o discurso sinalizando aos filhos que atingira a idéia média de expectativa de vida do homem brasileiro e que, portanto, era necessário falar do futuro sem a sua presença. Frente ao olhar atônito dos filhos ele prossegue dizendo que na sua falta toda a atenção e cuidado deveriam ser dados à ‘mãe’ e pedia dedicação máxima aos estudos de modo a garantir futuro promissor. Ele estava com 56 anos de idade. Este acontecimento marcou profundamente a juventude dos filhos e teve desdobramentos ao longo de suas vidas.

Alguns filhos manifestaram a ele o desejo de começar a trabalhar e postergar os estudos, visão que ele nunca comungou, insistindo que deveriam se aplicar e extrair o máximo dos estudos para posteriormente se dedicar com competência na carreira que escolhessem. E assim foi feito.

Filhos... criados para o mundo!

Petronio sempre foi muito próximo aos filhos para ouvi-los nos momentos de dúvidas e apoiá-los nas escolhas que deveriam fazer. Nunca interferiu na opção profissional, mas sempre procurou aconselhar e ajudá-los no discernimento. Vibrou intensamente com a entrada de cada filho no ensino superior e sempre buscou manter-se informado do que ocorria com cada um na vida universitária. Aliás, por alguns anos sua casa foi freqüentada por uma nova leva de jovens, fruto das novas amizades feitas no meio acadêmico. Não raras vezes ele era incluído nos debates e interagia com o grupo compartilhando seu conhecimento intelectual e experiência humana, o que acabava conquistando os atentos ouvintes.

Rosana, Márcia e Rodrigo graduaram-se na Universidade Federal do Amazonas, sendo elas em Serviço Social e ele em Agronomia. Petronio e Iêda formaram-se no Rio de Janeiro, ele em Direito na Pontifícia Universidade Católica e ela em Comunicação na Faculdade de Comunicação e Turismo Hélio Alonso.
Tão importante quanto à escolha profissional, foram às escolhas dos filhos no que se refere à constituição de suas novas famílias. Petronio e Iclé acompanharam de perto e atentos o período de namoro e de noivado de cada filho. Após a efetivação de cada matrimônioas noras e genro foram acolhidos no seio da família como se filhos fossem. E nunca faltou palavra amiga, apoio, solidariedade nos momentos difíceis que qualquer jovem casal atravessa.

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    2010

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