Memorial Petronio Augusto Pinheiro
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Noivos de uma comunhão eterna: O casamento
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Em 1960, com o retorno de Iclé para Manaus, numa união que a espera iluminou e a distância fez crescer, ocorre o noivado e iniciam-se os preparativos para o casamento. Neste período seo Baraúna encontra-se adoentado e em tratamento no Rio de Janeiro contando com o suporte das filhas Clio e Vitória, que lá residiam com suas famílias. Em virtude deste fato, Iclé casou-se no dia 11 de novembro em cerimônia civil, em Manaus, mas pediu que o matrimônio religioso fosse realizado na capital carioca porque gostaria de dar ao seu pai a felicidade de conduzi-la ao altar.

Na tarde do dia 16 de janeiro de 1961, na Igreja de São Paulo Apóstolo, em Copacabana, numa cerimônia simples e testemunhada pelo pai e pelas irmãs Clio e Vitória, acompanhadas de seus respectivos maridos e de Regina e Moacyr Pinheiro, representando o seo Nilo, pai de Petronio, também acometido de câncer e impossibilitado de viajar; casaram-se Iclé e Petronio. Ele com 38 anos e ela com 36 anos de idade.

A Chegada da penca de filhos...

Os primeiros anos da vida de casal foram vividos em completa doação às suas famílias: seu Baraúna vem a falecer poucos dias antes da chegada de Rosana, a primogênita do casal que nasceu em 1961, no primeiro dia do mês de setembro; logo em seguida, seo Nilo teve sua saúde agravada e foi levado pelo filho Petronio para se tratar em São Paulo. A distância da filha recém nascida batizada com o nome de Rosana (Rosa para Ana, homenagem prestada pelos pais à avó materna) é por demais sentida e registrada em todas as correspondências trocadas neste período. Nelas, Petronio repetidas vezes envia benção à sua “Picuchinha”.

Em 10 de outubro de 1962, nasceu Petronio Filho e, no mesmo mês do ano seguinte, no dia 23, nasceu Márcia. Rodrigo veio ao mundo em plena folia de Carnaval, no dia 15 de fevereiro de 1965. Iêda aguardou dois anos e chegou em plenos festejos juninos, no dia 19 e assim finalizou a penca de cinco rebentos.

Na opinião do amigo Cesare de Florio La Rocca “Eles formavam uma unidade, no sentimento, no compromisso familiar, nos empreendimentos e na comunhão espiritual. Não era possível compreender a conduta de um desvinculada da relação com o outro.”

No depoimento do Dr. Efrem Jorge Ferreira, amigo da família, “Eu não consigo dissociar o seu Petronio, da dona Iclé, pra mim os dois eram uma pessoa só, em termos de vida, de caráter, de convivência, e eu acho que o que hoje os filhos são é conseqüência da criação que seu Petronio e dona Iclé deram a eles, são pessoas amigas, companheiras, justas, honestas, e o convívio deles é um convívio muito agradável...não tem brigas, nem divergências, e as que tem são resolvidas na conversa, pra mim o seu Petronio é a família que hoje está aí, são seus filhos e filhas."

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    2010

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